Teles restringem discussão de balanços com a imprensa: The Estado de S. Paulo carries this trend story from Táis Fuoco of Reuters. I translate an excerpt.
SÃO PAULO – As operadoras de telecomunicações, em sua maioria de capital aberto, estão cada vez mais “silenciosas” quando se trata de discutir o balanço de desempenho trimestral com a imprensa.
Telecommunications operators, most of them publicly traded, are getting less and less “talkative” when it comes time to discuss their quarterly results with the press.
The pending BrasilTelecom-Oi merger — which has generated a lot of attention from regulators to potential cases of improper disclosure and nondisclosure, and has big strategic ramifications for the entire sector — could explain a lot of this conduct.
O exemplo mais recente desse movimento veio da Vivo, que pela primeira vez em pelo menos sete anos não concedeu entrevista coletiva à imprensa em sua sede na data da divulgação, nesta quarta-feira, resolvendo atender a pedidos individuais de jornalistas.
The most recent example of this is Vivo, which for the first time in at least seven years did not hold a press conference at its headquarters when it released earnings today, opting to answer individual queries from journalists.
A imprensa ficou restrita a uma participação como “ouvinte” na teleconferência da Vivo com analistas, onde os executivos da operadora evitaram comentar perspectivas para o ano.
The press was restricted to participating in “listen only” mode in Vivo’s conference call with analysts, in which executives avoided comment on the company’s prospects for the year.
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