NPR | No Portuguese Reporting

Support — WordPress.com, offiline until tomorrow, has nothing on the «cheatin’ uh?» error message that continues to bar access to my PT-Br blog. This, according to the error message,

for a violation of our Terms of Service.

I am still able to use the «Press This» shortcut to cut and paste a fair-use amount of text from a URL I want to comment in English.

Invoking my spirit animal the same way, the same mechanism is applied to an original mockup of the Bicho-Preguiça — the three-toed tree sloth — blog, above, which now appears instead of the blocked version.

I find myself polishing my Portuguese more often than I do attempting to English the complicated reality of Sambodia, which is not in Kansas by any means.

For this reason, I had wanted to translate part of an essay that ran in Counterpunch recently, about the K-Street revolution that taken over NPR like a Maoist intellectual cabal over the last decade..

The following, by  HELEN REDMOND, are my thoughts exactly.

I admit I listen and I don’t pay.

Because NPR doesn’t air the views of all sides.

All things are not considered.

The so-called “experts” NPR interviews are pro-government, pro-war, and promote the ideas of right-wing think tanks. A faction of former national security advisors, defense department officials, ambassadors, ex-pentagon generals, and military commanders.

Inside the DC beltway.

The government to K-street, to think tank, to NPR pipeline.

I would head the list with private sector experience, or at least insert it at some strategic crossroads in this career trajectory. Astonishing, the number of boards the developers of Facebook and Twitter, and their employees, are on.

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PPP Brasil | Pensamentos Programaticos Parciais « The New World Lusophone Sousaphone

Sem querer, postei essa nota no que passa para língua portuguesa aqui em casa no meu blog em inglês.

Nela tento explicar por que o método de análise social de redes oferece uma ferramenta útil, levando em conta que as organizações «inovadoras» ensinadas nas faculdades de gestão empresarial hoje em dia são exatamente essas, as empresas-redes.

A unidade fundamental de análise não deve ser a firma ou organização constituida por meios oficiais. É a rede.

Se bem que o estudo clássico de diretorias entrecruzadas na Escócia, do começo do século XX, mostram centros de poder decisivo que transcende as fronteiras da firma, achamos algo parecido hoje em dia.

Algo que embaça as fronteiras dos tradicionais setores, privado e público, com ou fins lucrativos, é representado, não pelo nome mas por um padrão de laços difceis a serem lidos sem o chave decodificador.

Com isso, o eu pessoal vira o Eu S/A ao mesmo tempo que a LLC o LP vira um «bloco de eu sozinho». mímico de uma organização tradicional.

O fato lembra o ditado de Merleau-Ponty: «O meu eu é a soma das rotas do meu corpo».

A interentidade de um Ethan Zuckerman, então, seria a soma dos laços apresentados individualmente mas que são corporativos semiclandestinos. Após vender sua empresa, GeekCorps, contratada da USAID, ele foi trabalhar em um centro de pesquisa contratado da USAID.

Essa crítica é ecoada pela Helen Redmond, falando da comissão de frente feita por entrevistados da NPR e PBS, emissoras pública. Ela vai direito ao ponto:

Admito ouvir mas que não quero pagar.

Isso porque a NPR não apresenta os pontos de vista de todos os lados.

Nem todas são ouvidas, como promete o nome do noticiário

Os chamados «especialistas» entrevistados pela NPR interviews são pro-governo, pro-guerrra,e promovem as ideias de centros de pesquisa da direita. São uma facção de antigos conselheiros de segurança nacional, militares, e embaixadores.

É verdade. Os jornalistas de Washington viraram preguiçosos demais para criar e aproveitar os relacionamentos com fontes não-oficiais. Não constroem «rolodex» própria. Chamam «os jogadores de sempre» para depor.

PPP Brasil | Pensamentos Programaticos Parciais

Acho que foi o filósofo Merleau-Ponty que disse algo como «o meu eu á soma dos sendeiros do meu corpo». O Jorge Luis Borges traçou os «sendeiros que bifurcan».

O mesmo pensamento aplice-se também a este blog modesto cada vez que  tornamos ao estudo de redes como um método de jornalismo visando perfilar os  relacionamentos sociais de instituições: os teóricos desse ramo falam do «path» e o «walk» entre os nós para falar de densidade, influência, e tantas outras medidas.

Entretanto, os caminhos dessas duas linhas de pesquisa se cruzam na noção de diretorias entrecruzadas — criticadas pelo marxismo clásico e festejados pelos evangêlicos de inovação social, da escola de Castells & Cia.

Esse tipo de análise é ensinado sem entrar em disputas ideológicas no livro dos autores do software Pajek, aplicado nesse caso a diretorias entercruzadas na Escócio no começo do século passado.

Nós podemos fazer o mesmo tipo de análise. Sugiro, ainda, que um ponto interessante de partida seria o PPP, a Parceria Pública-Privada, o método mais avançado hoje em dias segundo os expertos de ponta na gestão.

Tomemos o exemplo de Sérgio Ephim Mindlin (Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Ethos). Duvido que houver um ser humano mais «enredado» do que isso.

Sócio-fundador do Instituto Ethos; sócio-diretor da consultoria Ação Responsável; fundador e membro do Conselho Deliberativo do Instituto Akatu; membro do Conselho Curador da Fundação Roberto Marinho e da Fundação Orsa; membro do Conselho Estratégico do Centro de Empreendedorismo Social e Administração do Terceiro Setor (Ceats), da Universidade de São Paulo (USP); engenheiro de produção graduado pela Escola Politécnica da USP, mestre em comportamento organizacional pela Universidade de Cornell (EUA) e doutor em administração pela Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), da USP; ex-diretor-presidente da Fundação Telefônica; ex-presidente do Conselho de Administração e ex-diretor-presidente da Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança; ex-membro do Conselho de Administração e diretor-presidente da Metal Leve S.A.; membro fundador e ex-coordenador do Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE).

.Eu acho que qualquer entidade com uma estratégia softisicada de gestão de capital social devia ser capaz de apresentar estes meta-dados em um formato legível por uma maquina, se bem que não passe de uma planilha ou tabela de HTML.

Falta checar o cálculo dessa existência em rede. Fazendo-o de mão basado na página informativa sobre os conselhos do Ethos, por exemplo, faz muito trabalho.

Que tal fornecer um arquivo FOAF, or algo parecido? O quê aconteceu com este projeto badalado do complexo blogagem-industrial de Harvard?

Pista: a página do usuário no LinkedIn fornece links que podem ser rapidamente navegados.

Mas me parece que fornecer um «flat file» — acima — é uma forma de agressão passiva, garantindo que as informações serão o mais difíceis possíveis de recolher e entrecruzar.

O PPP e a Sociedade-Rede

Agredeço o doutorando Spyrous Angelopoulos da faculdade de negócios Warwick para seu ensaio sobre

Emergence of networks within Public-Private Partnerships
Spyros Angelopoulos, Warwick Business School
University of Warwick
Coventry, CV4 7AL, UK

O seja, «a emergencia de redes dentro de parcerias públicas-privadas.» Traduzo um trecho que estabelece as definições metodológicas cabíveis a nosso projeto jornalistico — chamado por minha mulher de «aquele das linhas e setas».

A PPP é um empreendimento financiado e tocado por uma parceria entre (a) o setor público e (b) pelo menos uma empresa do setor privado. Todas as tentativas de definir a PPP tem três pontos em comun para levar em mente quando formular uma definição mais abrangente.

(1) Envolvem pelo menos uma empresas do setor privado e uma organização do setor público.

(2) Essas compartilham metas comuns para a criação de valores sociais;

(3) Concordam em dividir tanto os gastos como os bens produzidos.

Sendo redes complexas, com uma diversidade de interesses e agendas em jogo, entre cooperação, colaboração e concorrência, as PPPs heredam os rasgos de uma sociedade em rede baseada na noção de valor agregado mútuo.

Projetos que utilizam o modelo PPP são obrigados a gerenciar responsibilidades por meio de redes de vários agentes. Aplica-se este ponto a parcerias verticais e horizotais em canais tanto internos como inter-institutcionais. Embora a gestão dessas formas distintas ainda não é muito bem entendida, pode se dizer que elas apresentam as partes interessadas com «problemas malditas» na coordenização a fiscalização de projetos.

Os desafio do gestor nesses processos são significativos e complicados pela interação de diversos sistemas sociais em vários níveis. Uma PPP pode ser pensado como uma rede cujos nódulos estabelecem laços tanto formais como informais. Os formais tendem a envolver trabalho, os informais à amizade

Assim, pode-se visualizar o ambiente organizacional da PPP como uma rede de redes, uma rede que relaciona as redes subordinadas, tanto pública quanto privada.

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