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PPP Brasil | Pensamentos Programaticos Parciais « The New World Lusophone Sousaphone

Sem querer, postei essa nota no que passa para língua portuguesa aqui em casa no meu blog em inglês.

Nela tento explicar por que o método de análise social de redes oferece uma ferramenta útil, levando em conta que as organizações «inovadoras» ensinadas nas faculdades de gestão empresarial hoje em dia são exatamente essas, as empresas-redes.

A unidade fundamental de análise não deve ser a firma ou organização constituida por meios oficiais. É a rede.

Se bem que o estudo clássico de diretorias entrecruzadas na Escócia, do começo do século XX, mostram centros de poder decisivo que transcende as fronteiras da firma, achamos algo parecido hoje em dia.

Algo que embaça as fronteiras dos tradicionais setores, privado e público, com ou fins lucrativos, é representado, não pelo nome mas por um padrão de laços difceis a serem lidos sem o chave decodificador.

Com isso, o eu pessoal vira o Eu S/A ao mesmo tempo que a LLC o LP vira um «bloco de eu sozinho». mímico de uma organização tradicional.

O fato lembra o ditado de Merleau-Ponty: «O meu eu é a soma das rotas do meu corpo».

A interentidade de um Ethan Zuckerman, então, seria a soma dos laços apresentados individualmente mas que são corporativos semiclandestinos. Após vender sua empresa, GeekCorps, contratada da USAID, ele foi trabalhar em um centro de pesquisa contratado da USAID.

Essa crítica é ecoada pela Helen Redmond, falando da comissão de frente feita por entrevistados da NPR e PBS, emissoras pública. Ela vai direito ao ponto:

Admito ouvir mas que não quero pagar.

Isso porque a NPR não apresenta os pontos de vista de todos os lados.

Nem todas são ouvidas, como promete o nome do noticiário

Os chamados «especialistas» entrevistados pela NPR interviews são pro-governo, pro-guerrra,e promovem as ideias de centros de pesquisa da direita. São uma facção de antigos conselheiros de segurança nacional, militares, e embaixadores.

É verdade. Os jornalistas de Washington viraram preguiçosos demais para criar e aproveitar os relacionamentos com fontes não-oficiais. Não constroem «rolodex» própria. Chamam «os jogadores de sempre» para depor.

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