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OGX | Swimming With the Sharks

santos

Source: Estadão.

SÃO PAULO – The board of directors of OGX, owned by the impresario Eike Batista, has dismissed CEO Luiz Eduardo Carneiro and corporate counsel José Faveret.

Screenshot from 2013-10-16 14:16:27  Screenshot from 2013-10-16 14:17:17

The departures are part of a deal signed with a group of American investors that will have the immediate effect of injecting US$ 200 million into the business.

Screenshot from 2013-10-16 14:16:51

The Angra Partners consultancy, led by Ricardo Knoepfelmacher, will coordinate and advise on the restructuring of the company.

Above, Angra is most noteworthy for its involvement in three significant telecom deals on the long and winding road to the “Brazilian super-telecom” Oi — currently in talks of a tie-up with Portugal Telecom.

Does anyone know who the American white knight might be?

See also

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  2. OGX: failure to deliver in a timely fashion US$ 45 milhões in debt

“The decision by the board was taken to reinforce company management as it reevaluates its strategy and prepares to implement a restructuring plan that serves the best interests of its shareholders as a whole, including company employees, creditors, remaining true to its social responsibility,” OGX said in a communique.

The oil company board approved the choice of Paulo Narcélio Simões Amaral (ex-Locaweb) as its new CEO. He will simultaneously occupy the roles of financial director and investor relations.

Also leaving the company is former financial director Roberto Monteiro, who was working as a consultant to OGX. Attorney Darwin Corrêa will act as corporate counsel to the board of directors. The rest of the technical area will be retained. The two executives both participated in the restructuring of Brasil Telecom. At the time, they worked, respectively, as financial director and legal director of the telecoms operator.

The entire US$ 200 million will be used to develop the “Hammerhead Shark” fields and BS-4, an area in the Santos Basin prospected by Atlanta and Oliva.

As a source told Broadcast, the real time newswire of Agência Estado, the money will make it possible to initiate production at Hammerhead — Tubarão Martelo — in the Campos Basin, in mid-November.

Production is expected to furnish OGX with  a trump card in the effort to overcome the crisis of confidence that caused OGX shares to lose  92% of their value in 2013 alone.

On Tuesday, OGX shares on the Bovespa rose 47.83%. Despite the healthy surge, the price shares in the company remains low — it is currently at R$ 0.34. Another considerable increase in value was experienced by MMX, another firm in the Eike Batista group, which rose 6,06%.

There is a rumor in the market that Batista himself may leave the company.

Earlier this month, OGX confirmed welsching on a US$ 45 million debt — the largest in Latin American history. The company has 30 days to try to honor its commitments.

Porto and Navio magazine borrows a more complete analysis of the situation from Valor Econômico.

A OGX está prestes a conseguir entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões com novos investidores. Os recursos seriam suficientes para a companhia terminar o campo de Tubarão Martelo e o campo adquirido da Petrobras BS-4. Como parte da negociação, a companhia trocou o núcleo central da direção.

Ricardo Knoepfelmacher, sócio da Angra Partners, assume o comando da empresa, na prática. Ele se muda para a petroleira já amanhã. A consultoria, especializada em reestruturações, deixa a holding EBX e concentra seus esforços na petroleira do grupo, a OGX – principal fonte de problemas do grupo.

Após essa capitalização, a recuperação judicial da OGX estará nas mãos dos detentores de bônus. Caso eles aceitem converter os títulos de dívida em ações, a empresa não precisaria mais pedir a recuperação. Este mecanismo só será acionado se houver necessidade de preservar o negócio e o dinheiro novo das exigências dos credores.

Os investidores que trarão o dinheiro novo serão os novos donos da OGX. Eike e os minoritários serão diluídos brutalmente, em troca da continuidade da empresa.

O Valor apurou que deve ser oferecido aos credores uma espécie de preferência, uma forma de participarem do bloco de controle da petroleira ao lado daqueles que serão os novos donos.

Caso não haja acordo, nenhuma medida oficial deve ser tomada antes do fim do chamado período de “cura” – a decorrência dos 30 dias desde que a OGX deixou de pagar US$ 45 milhões aos donos dos bônus, no dia 1º deste mês.

A saída de Luiz Eduardo Carneiro da presidência foi confirmada ontem à noite. Apesar de Ricardo K, como é conhecido, estar à frente dos trabalhos, Paulo Narcélio, que recentemente assumiu a diretoria financeira no lugar de Roberto Monteiro, acumula funções oficialmente. No estatuto da empresa, ele constará como presidente.

Outra modificação é a saída do diretor jurídico José Carlos Favaret. Ele será substituído por Darwin Corrêa, que também esteve ao lado de K na Brasil Telecom.

Ontem, na expectativa de novidades, as ações da OGX subiram 47,8%, para R$ 0,34. O valor de mercado da empresa voltou a superar R$ 1 bilhão – depois de ter ficado abaixo de R$ 650 milhões.

A notícia se espalhou no fim da tarde. Conforme apurou o Valor, as conversas tidas como “essenciais” começaram a ser feitas. Os principais bancos credores do grupo foram comunicados das modificações, bem como outras interlocuções do empresário.

Na segunda-feira, para mostrar a sua disposição de fazer um acordo e encontrar uma solução, o próprio Eike manteve contato via telefone com os detentores dos bônus. Tudo na intenção de acalmar as conversas e buscar um entendimento comum.

A despeito de as conversas com os donos dos bônus, na semana passada, terem melhorado, a OGX manteve contato com investidores nacionais e internacionais. Apesar de haver um líder com uma proposta à frente dos demais, existem quatro interessados na capitalização da empresa – o apetite vem de fundos internacionais e domésticos.

A migração da Angra Partners da EBX para a OGX foi uma solicitação dos próprios potenciais novos investidores, que queriam encerrar o capítulo das frustração de expectativas com o negócio. Mesmo assim, ainda havia comentários sobre o mal estar gerado com a exigência feita a Eike, por antigos diretores, para que honrasse o compromisso de capitalizar a empresa em US$ 1 bilhão.

A transição também foi possível porque já houve uma solução definitiva para MMX e LLX – a MPX já havia resolvido as questões antes da chegada de Ricardo K.

No mercado, surgiu um leve temor com as mudanças, a respeito da continuidade no corpo técnico. O Valor apurou que o núcleo operacional será mantido, para não afetar o ritmo das atividades.

As conversas com investidores potenciais e credores evoluíram com maior tranquilidade após o novo relatório da DeGolyer & macNaughton que aponta reservas da ordem de 90 milhões de barris para Tubarão Martelo. Outro pedido feito foi uma auditoria para verificação dos contratos da empresa.