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Comptrollers-General | Deadly With A Pencil?

Screenshot from 2013-11-05 09:26:22

Source: UOL Noticias

Depending on what light reading you select from your local kiosk — whose proprietor, like city cabbies, enjoy “talking out their elbows,” you may be pardoned for believing (1) that Sao Paulo mayor Haddad has been busy lately covering for corrupt career civil servants, or (2) that the freshman mayor has aggressively and effectively attacked corruption schemes with the creation of the Municipal Comptroller-General (CGM).

Source: Rede Brasil Atual.

São Paulo mayor Fernando Haddad (PT) today announced the introduction of a career track for internal audits for those employed by the CGM. The agency was created by the mayor at the beginning of this year and has been responsible for bringing to light the corruption scheme involving the collection of the ISS, a city tax on services, which might have cost the city as much as R$ 500 million.

Since the investigation went public, on October 30, Haddad has praised the CGM to the skies. The agency is staffed by 82 workers borrowed from other city agencies and from the federal Comptroller-General.

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Translation to come

Haddad afirmou que não irá permitir que as investigações sejam “subordinadas a qualquer tipo de interesse”. A atuação da CGM em parceria com o Ministério Público Estadual já foi responsável pela queda de seu secretário de Governo, Antônio Donato, o afastamento de funcionários indicados por aliados políticos e colocou sob suspeita toda a atuação da Secretaria de Finanças de seu antecessor, Gilberto Kassab (PSD), um relevante aliado de seu partido no Congresso Nacional, com a prisão de quatro servidores que ocupavam cargos importantes em sua administração.

“Nós vamos consolidar essa cultura na prefeitura de São Paulo e vou deixar claro para a sociedade que o que começou em março não tem prazo para terminar. É um processo continuo de autocontrole, de controle interno da administração para sempre, para sempre”, disse durante coletiva na sede da prefeitura.

Haddad afirmou que “algumas dezenas” de funcionários estão sendo investigados e que novos escândalos devem ser revelados. “Nós estamos ainda com várias frentes de investigação, infelizmente. Infelizmente, ainda vão surgir , na minha opinião, novas confirmações de desmandos na prefeitura.”

O concurso deve ser realizado no ano que vem. Inicialmente, 100 vagas serão abertas para pessoas com nível superior. O salário inicial deve ser beirar os R$ 13 mil, segundo o Controlador Mário Spinelli.  Os aprovados deverão realizar um curso de especialização promovido em parceria com a Controladoria Geral da União.

UOL Noticias references Veja magazine and other journihilism of its kind to raise suspicions that Haddad is soft on crime — although not, apparently, on the crimes committed during the administration Kassab.

The state judicial police accuse the city government of São Paulo of prevaricating with respect to information requested six months ago and concerning civil servants and involved in the mafia of the ISS. The police are ready to go to court in order obtain data it needs for its own investigations.

A gestão Fernando Haddad (PT) afirma que atua em colaboração com os órgãos policiais da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) e que os pedidos feitos foram genéricos, e não de casos específicos.

Após a operação do último dia 30, que levou à prisão quatro fiscais suspeitos de receberem propina de construtoras para a redução do imposto, a polícia decidiu abrir 12 novos inquéritos paralelos.

Cada um deles tem como alvo uma das empresas ou políticos citados em reportagens sobre as investigações da Controladoria-Geral do Município e da Promotoria.

Entre eles, Antonio Donato (PT), ex-secretário de Governo de Haddad acusado de receber mesada de R$ 20 mil de um fiscal, e Mauro Ricardo, ex-secretário de Finanças das gestões Gilberto Kassab (PSD) e José Serra (PSDB), que deu parecer para arquivar apuração sobre servidores suspeitos do esquema.

A polícia diz que pede informações à prefeitura há seis mses, quando abriu um inquérito a partir de declarações do controlador do município, Mário Spinelli, à revista “Veja” dizendo que havia servidores sob suspeita de enriquecimento ilícito

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