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Rio 2014 | «The Revulsion Might Be Televised»

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Consider Haiti under MINUSTAH, a United Nations  jurisdiction coordinated by the Brazilian Army …

Consider Haiti under MINUSTAH, a model pacification program the bragging rights to which World Cup cities will seek a similar aura of victory.

This tends to be why, when a controversial social program stands in the way of government initiatves, a backhoe arrives the following to set construction back to zero, or else rewards of various sorts are available.  …

This is why the Solons of Rio de Janeiro — the city has called for federal assistance in ensuring an orderly and survivable triumphant return of glory days to the Maracanã Stadium — do not rise to their feet and angrily seize the dais of the federal congress. Do your best. The boss has his eye one you.

This is changing. Though surprisingly little publicized, the performance of a paramilitary strike force — constituted from elite service members and similar to that used by Italian carabinieri against the Sicilian Mafia — will wade onshore into Eike Batista’s the back year of the Hotel Gloria, with special training and equipment from the federal budge.

As I remember an Army source famously telling a FSP reporter back in the 1990s, after a a similar swarming of headlines: «Here we are, marching around and giving popsicles to kids while top police leadership work as bodyguards for celebrities.”

In conclusion, if you are going to get beaten to a pulp in the streets, you might as well get bashed by professionals who know their job, see opportunities for advancement and manage to get by on their salaries.

The NNN

The local papers — in this case, O Globo — are gloomy in the manner Spiro Agnew once used to describe the Watergate-era press: «The nattering nabobs of negativism.» [… The Nixon bunker was not nearly so well equipped as the PR machine of Josef Goebbels.]

But this is another day. Can we rejoice in it? Most importantly, can large Brazilian cities sustain an event of this caliber without burning city buses or getting good and kidney-punched on the doorstep of the official residence.

Allow me to translate a passage from an inside page in Section One.

RIO — An investigation by the state judicial police has identified community leaders in the Penha and Alemão slum districts taking part in protest movements and helping to organize deadly assaults against the UPPs — community policing posts — a pillar of the state government’s public safety policy. At least one was subject to an arrest warrant in recent days on charges of cooperating with the former kingpins of the drug traffic. He was said to have ties to the resurgent in the “pacified” communities. At least one other may be taken into custody in the days after the meeting at which at least one policeman serves as a go-between between bandits looking to resume power in the slums and “pacification police” units. Names were not divulged.

Reservadamente, pelo menos dois inquéritos foram instaurados pela Polícia Civil desde que os ataques em áreas pacificadas foram intensificados. Um se destina a identificar a associação de moradores, líderes comunitários e traficantes do Alemão para agir contra o processo de pacificação. O outro, mais abrangente, procura localizar pontos de resistência à pacificação fora dos limites das comunidades da Penha e do Alemão, com foco em motivações políticas para as ações. Nesse caso, os policiais já teriam confirmado a participação de grupos formados por jovens sem passagens pela polícia, que estariam recebendo até R$ 200 para participar dos ataques.

O delegado Fernando Veloso, chefe de Polícia Civil, determinou que equipes de quatro delegacias trabalhem no caso. Os agentes já teriam indícios do envolvimento de traficantes da maior facção carioca nas ações. Um grupo de agentes está investigando o caso de dois homens e um adolescente presos na noite da última sexta-feira, depois de trocarem tiros com a PM e serem perseguidos na Taquara. Eles contaram que receberam ordens de traficantes para atacar a policia.

De acordo com informações do 18º BPM (Jacarepaguá), PMs numa patrulha viram um Polo prata passando em alta velocidade na Avenida Nelson Cardoso. Durante a perseguição, um Celta preto se juntou aos suspeitos. Todos os carros acabaram parando num engarrafamento. Os dois homens e o adolescente desceram do Polo e tentaram fugir, mas foram presos. Já os ocupantes do Celta conseguiram escapar.

Ataques em série

Policiais da 32ª DP (Taquara), para onde os três foram levados, disseram que eles foram identificados como Luiz Paulo Félix Campos de Paula e Rubens Carneiro Cerqueira, ambos de 19 anos. Já o menor tem 17 anos. Eles foram capturados na Rua André Rocha. Nada foi apreendido com os suspeitos. Luiz Paulo, Rubens e o adolescente vão responder por tentativa de homicídio. Ouvido nesta sexta-feira em audiência pelo juiz Marcius da Costa Ferreira, titular da Vara da Infância e Juventude, o menor negou as acusações.

Há pelo menos um mês, traficantes de comunidades pacificadas iniciaram ataques em série contra bases da polícia e os próprios PMs. Segundo o comandante da Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), coronel Frederico Caldas, há informações de que moradores estão sendo intimidados por bandidos para que façam manifestações violentas.

Policiais das UPPs do Complexo do Alemão relatam situações semelhantes. Eles contaram que têm sido hostilizados por moradores, que os xingam e atacam a pedradas.

— A situação aqui é tensa. Ninguém fala conosco, e os traficantes, em sua maioria menores, inibem moradores com ameaças. Todos têm medo — disse um PM.

O titular da 45ª DP (Alemão), Felipe Curi, garantiu que há provas contundentes contra dois homens presos na última segunda-feira. Segundo ele, Klayton da Rocha Afonso tinha participação ativa no tráfico e organizou ataques à 45ª DP e a uma sede da UPP, exigindo que moradores saíssem das ruas durante os disparos. O acusado, afirmou Curi, teria ainda comemorado a morte do soldado Rodrigo Paes Leme, baleado no dia 6 deste mês durante uma operação na Favela Nova Brasília. Já Hallam Marcílio Gonçalves seria olheiro do tráfico.

Reunião de traficantes

Durante o carnaval, traficantes da maior facção criminosa do Rio teriam se reunido no Morro do Chapadão, em Costa Barros, ainda não pacificado, para planejar ataques às UPPs e à delegacia dos complexos do Alemão e da Penha. A informação constava de um relatório da Coordenadoria de Inteligência da Polícia Civil (Coinpol) e também chegou ao conhecimento de agentes da Subsecretaria de Inteligência da Secretaria de Segurança. O Chapadão abriga hoje alguns dos principais chefes do tráfico no Rio. Eles são da mesma facção que atua nos complexos do Alemão e da Penha, entre outras comunidades.

O delegado Felipe Curi confirmou ter recebido o alerta sobre a reunião da quadrilha, mas afirmou que não poderia dar mais informações sobre o caso. Já o coronel Frederico Caldas disse, na semana passada, que há informações de que manifestações estejam sendo orquestradas por traficantes, mas também não entrou em detalhes.

via Líderes comunitários organizam protestos e ataques contra PMs – Jornal O Globo.

Screenshot from 2014-03-23 16:50:54

Tempest in a tea-party pot: Globo cameras give the story blanket coverage.