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Brazil | «Street-Fighting on the House Floor»

Source: Brasil247

Translation: C.E. Brayton

A maneuver by the presiding officer of the federal congress and his coup-plotting allies has utterly demoralized the federal legislature; the decision to impose a secret ballot and allow no points of order led to scenes resembling street-figh

A decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de impor votação secreta na sessão que escolherá os integrantes da comissão de impeachment na Casa e de não permitir questões de ordem terminou em empurra-empurra, tumulto e cenas de briga de rua no plenário da Casa.

Urnas chegaram a ser quebradas. Parlamentares petistas ficaram em frente a algumas delas, anunciando que iriam obstruir a votação. O presidente da Câmara abriu a votação, de forma secreta, às 17h18, depois de fazer a leitura dos integrantes das chapas e anunciar como seria o procedimento.

Cunha, porém, disse que a eleição será feita de acordo com o Regimento Interno da Câmara, que prevê, no artigo 188, a possibilidade de votação secreta. A líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), disse que a existência de uma segunda chapa é ilegal. O presidente da Câmara rebateu: “E toda eleição pressupõe disputa; portanto, não se pode contestar a formação de chapas alternativas”.

A afirmação também foi uma resposta às duas ações impetradas pelo PCdoB no STF para tentar impedir a votação secreta da comissão especial que irá analisar o pedido de impeachment contra a presidente da República e contra a formalização da chapa alternativa proposta por deputados que fazem oposição ao governo.

A decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de impor votação secreta na sessão que escolherá os integrantes da comissão de impeachment na Casa e de não permitir questões de ordem terminou em empurra-empurra, tumulto e cenas de briga de rua no plenário da Casa.

Urnas chegaram a ser quebradas. Parlamentares petistas ficaram em frente a algumas delas, anunciando que iriam obstruir a votação. O presidente da Câmara abriu a votação, de forma secreta, às 17h18, depois de fazer a leitura dos integrantes das chapas e anunciar como seria o procedimento.

Cunha, porém, disse que a eleição será feita de acordo com o Regimento Interno da Câmara, que prevê, no artigo 188, a possibilidade de votação secreta. A líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), disse que a existência de uma segunda chapa é ilegal. O presidente da Câmara rebateu: “E toda eleição pressupõe disputa; portanto, não se pode contestar a formação de chapas alternativas”.

A afirmação também foi uma resposta às duas ações impetradas pelo PCdoB no STF para tentar impedir a votação secreta da comissão especial que irá analisar o pedido de impeachment contra a presidente da República e contra a formalização da chapa alternativa proposta por deputados que fazem oposição ao governo.

ting on the floor of the House.

The circus created by Eduardo Cunha will end up before the Supreme Court:  The PCdoB (Communists) have filed suit against the secret ballot and the creation of an alternative slate for the election of special commission members; according to congresswoman Jandira Feghali of Rio de Janeiro, this is illegal. Cunha, in his bid to undermine democracy, has already managed to bring down the House during his brief reign.

A decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de impor votação secreta na sessão que escolherá os integrantes da comissão de impeachment na Casa e de não permitir questões de ordem terminou em empurra-empurra, tumulto e cenas de briga de rua no plenário da Casa.

Urnas chegaram a ser quebradas. Parlamentares petistas ficaram em frente a algumas delas, anunciando que iriam obstruir a votação. O presidente da Câmara abriu a votação, de forma secreta, às 17h18, depois de fazer a leitura dos integrantes das chapas e anunciar como seria o procedimento.

Cunha, porém, disse que a eleição será feita de acordo com o Regimento Interno da Câmara, que prevê, no artigo 188, a possibilidade de votação secreta. A líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), disse que

A decisão do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de impor votação secreta na sessão que escolherá os integrantes da comissão de impeachment na Casa e de não permitir questões de ordem terminou em empurra-empurra, tumulto e cenas de briga de rua no plenário da Casa.

Urnas chegaram a ser quebradas. Parlamentares petistas ficaram em frente a algumas delas, anunciando que iriam obstruir a votação. O presidente da Câmara abriu a votação, de forma secreta, às 17h18, depois de fazer a leitura dos integrantes das chapas e anunciar como seria o procedimento.

Cunha, porém, disse que a eleição será feita de acordo com o Regimento Interno da Câmara, que prevê, no artigo 188, a possibilidade de votação secreta. A líder do PCdoB, deputada Jandira Feghali (RJ), disse que a existência de uma segunda chapa é ilegal. O presidente da Câmara rebateu: “E toda eleição pressupõe disputa; portanto, não se pode contestar a formação de chapas alternativas”.

A afirmação também foi uma resposta às duas ações impetradas pelo PCdoB no STF para tentar impedir a votação secreta da comissão especial que irá analisar o pedido de impeachment contra a presidente da República e contra a formalização da chapa alternativa proposta por deputados que fazem oposição ao governo.

a existência de uma segunda chapa é ilegal. O presidente da Câmara rebateu: “E toda eleição pressupõe disputa; portanto, não se pode contestar a formação de chapas alternativas”.

A afirmação também foi uma resposta às duas ações impetradas pelo PCdoB no STF para tentar impedir a votação secreta da comissão especial que irá analisar o pedido de impeachment contra a presidente da República e contra a formalização da chapa alternativa proposta por deputados que fazem oposição ao governo.

 

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